Gestão de Eventos e Feiras
A feira não termina quando o estande é desmontado.
Gestão estratégica da sua participação em feiras e eventos, do planejamento ao follow-up dos contatos, passando por estande, material, captura e cobertura.
Onde o investimento em feira se perde
O problema
Feira setorial costuma ser o maior investimento isolado de marketing de uma indústria no ano. Estande, montagem, deslocamento, equipe parada, material impresso, brinde. Um orçamento que, somado, supera muitos meses de campanha.
E na maioria das empresas, o retorno disso é medido por uma frase: foi bom, teve bastante movimento.
O que acontece na prática é conhecido. Os cartões de visita voltam numa sacola. Alguém digita metade deles numa planilha, semanas depois. O contato que estava quente na quarta-feira recebe um e-mail genérico no mês seguinte. E o concorrente que ligou na segunda já marcou visita.
O problema quase nunca é o estande. É que a feira foi tratada como evento de três dias e não como campanha de três meses: um antes, o durante, e dois depois.
Como conduzimos uma participação
Como operamos
Definição do objetivo antes da montagem
Gerar lead novo, receber cliente atual, lançar produto ou sustentar posição são objetivos diferentes, e cada um pede estande, material e abordagem diferentes.
Pré-feira
Comunicação com sua base e com o público do evento antes da abertura, para que o visitante certo já chegue sabendo que você está lá e por quê.
Estande e ambientação
Projeto, identidade e materiais coerentes com a marca, não decoração genérica com o logo colado.
Material comercial
Catálogo, ficha técnica e apresentação prontos para a conversa que acontece no estande.
Captura estruturada de contatos
Registro digital no momento, com qualificação básica: quem é, o que procurava, quão quente está.
Follow-up planejado
O contato sai do evento e entra numa sequência definida, com responsável e prazo. É aqui que a feira vira venda, ou não vira.
Uma feira é evento. Um calendário é estratégia.
A maioria das indústrias participa de mais de um evento por ano. Tratados isoladamente, cada um recomeça do zero: novo material, nova pressa, novo improviso.
Trabalhamos o calendário inteiro como um plano só. O material se reaproveita, a curva de aprendizado se acumula, o follow-up de um evento alimenta a preparação do próximo, e o custo por evento cai.
Quem atendemos
- Indústrias que participam de feiras setoriais
- Empresas que realizam eventos próprios para clientes e distribuidores
- Marcas com presença em eventos de lançamento
Acompanhamento presencial é opcional.
Perguntas frequentes
Com quanta antecedência preciso começar a preparar uma feira?
De três a quatro meses antes da abertura, para dar tempo de definir objetivo, projetar o estande, produzir material comercial e fazer a comunicação de pré-evento. Quem começa um mês antes consegue montar o estande, mas perde a parte que traz o visitante certo até ele.
Vocês fazem o estande ou só o material?
Fazemos a gestão da participação inteira: projeto de estande, identidade, material comercial, captura de contatos, cobertura de foto e vídeo e o follow-up depois. Também atuamos só em parte disso, quando a empresa já tem fornecedor de montagem. O acompanhamento presencial é opcional.
Como medir o retorno de uma feira?
Pelo número de contatos qualificados gerados e pelo que avançou depois do evento, não pelo movimento no estande. Por isso estruturamos a captura de contatos com qualificação no momento e uma sequência de follow-up com responsável e prazo. Sem isso, a feira vira investimento sem medição.
Vale mais participar de uma feira grande ou de várias menores?
Depende de onde seu comprador está, e feira setorial menor costuma render mais que evento generalista grande. Para quem participa de três ou mais eventos por ano, tratar o calendário inteiro como um plano só reduz o custo por evento, porque o material se reaproveita.
Quais eventos você tem no calendário?
Uma conversa de 30 minutos sobre sua agenda do ano, o que funcionou nas últimas participações e o que dá para fazer diferente na próxima.