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Direção Criativa ou Estratégia de CMO? Por que eu nunca precisei escolher, e você também não deveria.

Leitura de 2 minutos

Profissional trabalhando em estação com dois monitores

De um lado, storytelling, conceito, estética.

Equipe reunida em sala com mural de referências e notebook aberto sobre a mesa

Do outro, KPIs, ROI, market share.

Profissional apontando para um painel digital com gráficos de barras e de linhas

A verdade é que, pra mim, esses dois mundos são inseparáveis.

Acredito que criatividade sem estratégia é só arte por arte, e no mundo dos negócios, isso pode sair caro. Por outro lado, estratégia sem uma direção criativa forte vira uma planilha fria. Pode estar tecnicamente certa, mas não engaja, não conecta e, principalmente, não move pessoas. É justamente na conexão entre esses dois lados que construo o meu trabalho como CEO da Mark Publicidade.

Profissional trabalhando em estação com dois monitores

Como eu conecto esses dois pontos na prática?

Tradução de visão

Eu transformo metas de negócio complexas em ideias visuais que o público entende, e deseja. Faço isso partindo do negócio, mas sem perder de vista a linguagem e a emoção que constroem marca.

Equipe reunida escrevendo em uma parede de vidro coberta de anotações coloridas

Eficiência técnica

Minha formação em Design e 3D me ajuda a pensar com os pés no chão. Sei exatamente o que é viável produzir, o que funciona em escala, o que é só estética, e o que, de fato, agrega valor.

Três profissionais diante de dois monitores com software de modelagem 3D de um produto

Tecnologia e escala

Uso automação e processos inteligentes pra garantir que a criatividade não vire gargalo. Pelo contrário: ela precisa ser motor de crescimento, e não uma parte isolada do processo.

Mão usando caneta em um tablet, com gráficos flutuando sobre a tela

Seja atuando como um CMO criativo, seja como um diretor criativo com foco em negócios, meu objetivo é o mesmo

Que cada ideia, cada pixel e cada entrega criativa trabalhe a favor do crescimento da empresa. No fim das contas, design não é sobre como algo se parece. É sobre como algo funciona para o negócio.

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