Recentemente, me perguntaram como consigo transitar entre dois mundos que, para muita gente, parecem opostos: a Direção Criativa e a Consultoria Estratégica de Marketing.
De um lado, storytelling, conceito, estética.
Do outro, KPIs, ROI, market share.
A verdade é que, pra mim, esses dois mundos são inseparáveis.
Acredito que criatividade sem estratégia é só arte por arte — e no mundo dos negócios, isso pode sair caro. Por outro lado, estratégia sem uma direção criativa forte vira uma planilha fria.
Pode estar tecnicamente certa, mas não engaja, não conecta e, principalmente, não move pessoas. É justamente na conexão entre esses dois lados que construo o meu trabalho como CEO da Mark Publicidade.
Como eu conecto esses dois pontos na prática?
Tradução de visão
Eu transformo metas de negócio complexas em ideias visuais que o público entende — e deseja. Faço isso partindo do negócio, mas sem perder de vista a linguagem e a emoção que constroem marca.
Eficiência técnica
Minha formação em Design e 3D me ajuda a pensar com os pés no chão. Sei exatamente o que é viável produzir, o que funciona em escala, o que é só estética — e o que, de fato, agrega valor.
Tecnologia e escala
Uso automação e processos inteligentes pra garantir que a criatividade não vire gargalo. Pelo contrário: ela precisa ser motor de crescimento, e não uma parte isolada do processo.
Seja atuando como um CMO criativo, seja como um diretor criativo com foco em negócios, meu objetivo é o mesmo:
Que cada ideia, cada pixel e cada entrega criativa trabalhe a favor do crescimento da empresa.
No fim das contas, design não é sobre como algo se parece.
É sobre como algo funciona para o negócio.