A inteligência artificial generativa revolucionou a forma como criamos conteúdo, imagens, roteiros e até campanhas inteiras. Hoje, com um simples comando bem estruturado, um prompt, é possível gerar textos, artes e ideias em segundos. Mas junto com essa revolução vem uma falsa ilusão: a de que a criatividade e a estratégia podem ser terceirizadas para a tecnologia.
Spoiler: não podem.
Neste artigo, vamos mostrar por que o prompt ideal não substitui uma boa estratégia de marca, e como a Mark Publicidade tem usado a IA como aliada sem abrir mão do pensamento estratégico que constrói marcas fortes e memoráveis.
Um prompt bem feito é, de fato, poderoso. Ele guia a IA a gerar conteúdos mais alinhados, relevantes e criativos. Mas para que esse comando funcione, alguém precisa saber o que quer dizer, para quem, com qual linguagem, qual proposta de valor, tom de voz, propósito da marca, objetivos de negócio e canais de distribuição.
Ou seja: um prompt poderoso só nasce quando existe uma estratégia de marca clara por trás. Caso contrário, a IA gera o que ela faz de melhor, conteúdo genérico.
Imagine pedir para a IA:
“Crie um post sobre moda infantil para o Instagram.”
O resultado? Um post genérico, bonito até, mas que poderia servir para qualquer marca do segmento.
Agora imagine se o prompt fosse:
“Crie um post carrossel no tom carinhoso e leve da marca X, que vende moda infantil de fabricação própria para mães do nordeste brasileiro, focado em peças leves, coloridas e acessíveis para o verão.”
A diferença está na clareza da marca. E essa clareza só existe quando há um trabalho de posicionamento, tom de voz, persona, estilo visual e propósito.
É aqui que entra o papel da Mark Publicidade.
Antes de gerar conteúdo, é preciso responder estrategicamente a perguntas como:
Quem é a sua marca — e quem ela não é?
O que você vende — além do produto?
Qual é a emoção que sua marca desperta?
Quem é o seu público real e como ele fala?
Quais são os diferenciais que merecem destaque?
Em que canais sua comunicação deve estar e como se adaptar a cada um?
Sem isso, qualquer uso de IA vira um jogo de tentativa e erro, e o conteúdo não constrói identidade, nem gera conexão.
Na Mark, usamos IA no dia a dia: para brainstorms, testes de copy, geração de imagens, roteiros de vídeo e até automação de fluxos. Mas sempre com base em diretrizes estratégicas sólidas, pensadas caso a caso.
A IA entra para acelerar. Para enriquecer. Não para substituir o que realmente diferencia uma marca da outra: o posicionamento e a coerência.
Muitas empresas pulam direto para a execução, seja com IA ou com uma equipe interna. Mas o verdadeiro impacto acontece quando se pensa antes de criar.
E é isso que a Mark faz:
Desenvolvemos posicionamento claro para marcas pequenas, médias e em transformação
Criamos guias de tom de voz, linguagem visual e direção criativa
Aplicamos a IA com inteligência humana, gerando conteúdo com propósito
Transformamos ideias em presença real e consistente nas redes
A IA generativa é uma ferramenta incrível mas, sem estratégia, ela só gera mais do mesmo. O que faz uma marca se destacar não é o prompt. É o pensamento estratégico que sustenta tudo que é criado.
Na Mark, acreditamos que o futuro da comunicação é feito de inteligência artificial + inteligência estratégica. E o nosso diferencial está justamente nessa soma.
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Até breve! 😊
Giovanna Marques
Formada em letras. Tem experiência com tradução, revisão textual e produção de conteúdo. Atualmente, é redatora na Mark Design e procura ter uma comunicação clara e didática em seus textos. Preza por versatilidade e criatividade.